Libertação do Sistema

COMO SABER SE VOCÊ ESTÁ EM UM SISTEMA RELIGIOSO?
Para ser liberto do sistema, primeiramente você tem de checar se está em um sistema ou não. Responda as seguintes perguntas, com sinceridade:
  • “Você se sente como se tudo que você faz de bom para o seu grupo, não importa o quanto você se esforce, nunca é o bastante? E como resultado disso, você costuma sentir culpa? O que o motiva? É um genuíno amor por Deus, pelo seu grupo, etc., ou é medo de não atender aos padrões desejados?
  • Questionar o grupo ou os seus líderes é algo desencorajado ou mal visto?
  • O grupo ao qual você pertence acredita que é uma elite, uma organização exclusiva que detém, sozinha, “a verdade” e as respostas para as questões da vida?
  • O seu grupo ridiculariza, ataca ou caçoa de outras igrejas cristãs e de sua interpretação da Bíblia? “
A vida cristã é um caminhar com Cristo e com Seus filhos. E, como todo caminhar, está sujeito a fases boas e outras não tão boas assim, mas tudo está sempre no controle do Amado para O qual um dia entregamos nossa alma. Com o tempo, nessa caminhada, o filho de Deus passa a conhecer mais Senhor, os irmãos e principalmente a si mesmo e, quanto mais próximo fica do Senhor, mas luz recebe e passa a ver coisas que nunca tinha visto antes.
Se você se sente assim, então lei o artigo de que trata o link abaixo:
TODO TIPO DE VERDADE LIBERTA; AS MENTIRAS, ENTRETANTO, APRISIONAM EM CADEIAS
      Jessie Pen-Lewis, no seu livro, A Cruz, trata, dentro outros assuntos, da libertação do sistema mundano. Leia abaixo alguns trechos do livro. Medite nessas palavras e ore ao Senhor. Certamente você receberá luz:
O crente deve vencer o mundo visível e as coisas do mundo invisível também. O apóstolo escreve: “Amados, não deis crédito a qualquer espírito; antes provais os espíritos”. “Provar os espíritos” tem a ver com o mundo espiritual. “Mas posso fazer isso?”, você perguntará. Você pode, pelo menos, fazer a primeira coisa: não dar crédito a todo espírito. Você pode manter uma atitude de neutralidade em relação a todas as coisas do mundo espiritual até ter certeza de que elas são de Deus, em vez de manter-se aberto para tudo, por temer estar rejeitando o que possa ser de Deus. Quando Deus diz a você para duvidar, é preciso duvidar. Você tem ordem para duvidar até que tenha provado. Será que Deus vai ficar entristecido por isso?

“Porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo”. Esses espíritos são, então, os espíritos que falam e ensinam por meio dos homens, de acordo com 1 Tm 4:1-4. (…)

O espírito do anticristo, que os crentes da época de João ouviram dizer que viria nos últimos dias – espíritos enganadores com doutrinas para seduzir – já estavam no mundo nos dias de João, conforme mensagens que ele escreveu às igrejas. Já estava no mundo, mas alcançaria seu clímax no fim, quando os vencedores estariam na última grande hora do teste pelo prêmio do trono.

Aquele que deve vencer precisa provar os espíritos hoje, até que provem ser de Deus; ele não deve crer em qualquer espírito que ensina pela boca dos homens, não importa quão bons sejam, sem provar a origem dos ensinamentos por sua postura para com o Senhor Jesus Cristo…

Se você estivesse de acordo com o espírito do anticristo e o espírito do mundo, não haveria conflito; mas o próprio fato de você ter os olhos abertos para a vitória do Calvário significa que Satanás desafia você e vali levantar todos os recursos que tem no mundo contra você. Foi-nos dito que, no tempo do fim, os homens “irão de mal a pior, enganando e sendo enganados” (2 Tm 3:13), e muitos verdadeiros filhos de Deus, por falta de conhecimento, se tornarão instrumentos inconscientes para Satanás usar no dia do seu poder (Mt. 24:11). (
Jessie Penn-Lewis, A Cruz: o caminho para o reino, pg. 99/102)
Além disso, no seu clássico Guerra contra os Santos, a Sra. Pen-Lewis trata da libertação do crente aprisionado em sistemas religiosos. A profundidade e clareza com que ela trata do tema causaram e ainda provocam um impácto na vida daqueles que estão procurando viver uma vida plena, mas sentem que algo ainda os impede de viver a vida cristã com liberdade e pureza. Abaixo, extraímos diversos trechos do livro para servir de orientação para aqueles que desejam experimentar a libertação:

O CAMINHO DO ENGANO

A maioria dos crentes é muito rápida em aceitar tudo que seja “sobrenatural” como vindo de Deus, experiências sobrenaturais são indiscriminadamente aceitas porque acredita-se que todas elas sejam divinas (p. 46). …um grande número de filhos de Deus estão-se tornando presa fácil para o inimigo por falta desse conhecimento, e por meio do silêncio dos mestres a respeito dessa verdade vital… (p. 47).

O DESASTRE

Jesus disse: “Vede que ninguém vos engane. Porque virão muitos em Meu nome, dizendo Eu sou o Cristo, e enganarão a muitos (…) levantar-se-ão muitos falsos profetas e enganarão a muitos (…) Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos (Mat. 24: 4,5, 11, 24). O Apóstolo disse: “O Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos, alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios, pela hipocrisia dos que falam mentiras, e que têm cauterizada a própria consciência” (1 Tm 4:1,2).Sem tal conhecimento, quando pensar que está lutando pela verdade, é possível que um crente lute, defenda e até proteja espírito malignos e suas obras, crendo que está defendendo Deus e Suas obras. Enganado! Quanto essa palavra produz repulsa e como cada ser humano involuntariamente se ressente de vê-la aplicada a si mesmo, não sabendo que a própria repulsa já é obra do enganador, com o propósito de manter os enganados longe do conhecimento da verdade e da conseqüente liberdade do engano! (p. 57)O perigo da igreja no final dos tempos é, portanto, proveniente de seres sobrenaturais hipócritas, que fingem ser o que não são, que dão ensinamentos que aparentam produzir maior santidade, por meio da severidade ascética para com a carne, mas são, em si mesmos, malignos e impuros, e trazem para aqueles a quem enganam toda a maldade de sua própria presença. Onde eles enganam, ganham posse; enquanto o crente enganado pensa estar mais santos e mais santificado, esses espíritos hipócritas defraudam o enganado com sua presença e sob uma capa da santidade tomam posse de seu terreno legal e ocultam suas obras (p. 62).

FALSOS MESTES E MESTRES ENGANADOS

Os espíritos enganadores com suas doutrinas farão todos os esforços para enganar aqueles que têm de transmitir “doutrina”, e buscam mesclar seus “ensinamentos” com a verdade, para fazer com que sejam aceitos. Hoje em dia, todo crente deve provar seus mestres por si mesmos, pela Palavra de Deus e de acordo com a atitude deles em relação à redentora cruz de Cristo…bons homens podem ser enganados e Satanás precisa de bons homens para fazer com que suas mentiras passem por verdade.

As Escrituras são geralmente usadas como base desses ensinamentos e são habilmente tecidos como a teia de aranha para que os crentes sejam pegos na armadilhas. Textos isolados são retirados de seu contexto e de seu lugar sob a perspectiva da verdade…passagens que permeiam esses textos e dão o cenário histórico, as ações e as circunstâncias ligadas com o que aquelas palavras dizem, e outros elementos que trazem luz a cada texto em separado, são habilmente ignorados.

Uma ampla teia é, assim, tecida para os incautos ou os que têm pouca prática nos princípios da exegese das Escrituras, e muitas vidas são assim desviadas e perturbadas por esse uso falso da Palavra.

O ALERTA ESPECIAL À IGREJA DADO PELO AUTOR DE APOCALIPSE

A atitude dos filhos de Deus deve ser “não dar crédito”, ou seja, duvidar de todo “ensinamento” e “mestre” sobrenaturais, até que se provasse serem de Deus. Se essa atitude de neutralidade e dúvida em relação a ensinos sobrenaturais era necessária nos dias do apóstolo João – mais ou menos 57 anos após o Pentecostes, quanto mais deve ser nos “últimos dias” preditos pelo Senhor e pelo Apóstolo Paulo… (p. 72).

SERÁ QUE “ALMAS SINCERAS” PODEM SER ENGANADAS?

Temos prova disso na histórica da igreja nos últimos dois mil anos, pois cada artimanha de erra que deu seu triste fruto durante todo esse período tomou primeiro o coração de crentes fervorosos que eram “almas sinceras”. Os erros dos grupos desses crentes, alguns deles bastante conhecidos pela atual geração, começaram todos entre os filhos de Deus “sinceros”…que tinham plena certeza de que, conhecendo as falhas daqueles que vieram antes deles, não seriam eles mesmos pegos pelas artimanhas de Satanás. No entanto, eles também foram enganados por espíritos mentirosos que imitaram as obras de Deus nos níveis mais elevados da vida espiritual.

Espíritos mentirosos trabalharam nesses crentes fervorosos para que eles, com determinação, obedeçam literalmente às Escrituras e, pelo mau uso da letra da Escritura, conduziram-nos para fases de verdade desequilibrada, o que resultou em práticas errôneas (p. 103).

A FIDELIDADE À LUZ NÃO É PROTEÇÃO SUFICIENTE CONTRA O ENGANO

Os filhos de Deus precisam saber que o fato de terem motivação verdadeira e serem fiéis à luz não é proteção suficiente contra o engano e que não é seguro para eles se apoiarem em sua “sinceridade de propósito” como proteção garantida contra as artimanhas do inimigo, em vez de prestar atenção aos alertas da Palavra de Deus de vigiar em oração.

O conhecimento de que é possível ser enganado mantém a mente aberta à verdade e à luz de Deus e é uma das condições primordiais para manter o poder de Deus; enquanto que uma mente fechada à luz e à verdade é garantia certeira de engano por parte de Satanás na primeira oportunidade (p. 105).

O CRENTE ESPIRITUAL É EXORTADO A “JULGAR TODAS AS COISAS”

O deve de examinar as coisas espirituais é fortemente recomendada pelo apóstolo Paulo repetidas vezes. “O homem espiritual julga (examina, ou como está no grego, investiga e decide) todas as coisas (1 Co 2:15). O crente espiritual deve usar seu julgamento, que é uma faculdade renovada se ele é um homem espiritual. Esse exame ou julgamento espiritual é mencionado em relação às “coisas do Espírito de Deus” (v. 14), o que nos mostra que o próprio Deus honra a personalidade inteligente do homem que Ele recriou em Cristo, convidando-o a julgar e a examinar as obras de Seu próprio Espírito, de modo que até mesmo as “coisas do Espírito” não devem ser recebidas como provenientes Dele sem serem examinadas e espiritualmente discernidas como sendo de Deus.

“Irmãos, não sejais meninos no juízo; na malícia, sim, sede crianças; quanto ao juízo, sede homens amadurecidos” (1 Co 14:20).

O PERIGO DE CUNHAR-SE FRASES PARA EXPRESSAR VERDADES ESPIRITUAIS

“Cristo vive em mim”, isto é, “eu não vivo mais de forma alguma”

“Cristo vive em mim”, isto é, “eu perdi minha personalidade, porque Cristo agora está pessoalmente em mim”, baseado em Gl. 2:20

“Deus age em mim”, isto é, “eu não preciso mais agir, só me entregar e obedecer”, baseado em Fp 2:13

“Deu é que tem vontade, eu não”, ou seja, “eu não posso mais usar minha vontade de modo algum

“Deus é o único que julga”, isto é, “eu não posso usar minha capacidade de julgamento”

“Tenho a mente de Cristo”, por isso, “não posso usar minha própria mente”, baseado em 1 Co 2:16

“Deu fala comigo”, assim sendo, “eu não posso pensar ou raciocinar, somente obedecer ao que Ele me manda fazer”

“Eu espero em Deus” e “Não posso agir até que Ele me leve a faze-lo”

“Deus revela Sua vontade a mim por meio de visões”, então, “eu não preciso decidir e usar minha razão ou consciência”

“Estou crucificado com Cristo”, portanto “estou morto” e tenho de “por em prática” a morte, que “de acordo com meu conceito é a passividade de sentimento, raciocínio, etc.”

Por em prática todos esses conceitos da verdade, o crente apaga toda ação pessoal de mente, julgamento, razão, vontade e atividade para que a “vida divina possa fluir” através dele. Mas a verdade é que Deus necessita que todas as faculdade do homem estejam livres para que possam cooperar com Ele ativa e inteligentemente e por vontade própria, na transformação de todas essas verdades espirituais em experiência (p. 124/125).

PASSIVIDADE DA VONTADE

Existe passividade de vontade, a vontade que é, por assim dizer, o timão do navio. E a origem desse problema é um conceito errôneo sobre o que significa a plena entrega a Deus. Pensando que uma “vontade entregue” a Deus significa que a vontade deve ser completamente posta de lado, o crente pára de escolher, de determinar e de agir por sua própria vontade…com o passar do tempo, não se pode mais esperar que essa pessoa faça escolhas nos assuntos do dia-a-dia; ela não toma mais decisões ou tem iniciativa em assuntos do dia-a-dia. Outros têm de escolher, agir, conduzir, decidir, enquanto ela “boia” como rolha de cortiça nas águas. Mais tarde, os poderes das trevas começam a se aproveitar desse crente “entregue” e a fazer todo tipo de mal a sua volta, que o vai amarrando por meio de sua passividade de vontade.

A verdade a ser enfatizada é que Deus nunca exercita o desejo no lugar do homem, anulando-lhe a vontade, e o homem, não importa o que faça, é, ele mesmo, responsável por suas ações (p. 139).

PASSIVIDADE DA MENTE

Quanto maior o poder do cérebro, maior uso Deus pode fazer dele, desde que seja submisso à verdade. A causa da passividade da mente às vezes está na idéia de que a utilização do cérebro é um impedimento para o desenvolvimento da vida divina no crente. Mas a verdade é que a não utilização do cérebro é que impede isso, e a utilização maligna do cérebro também impede isso, mas a utilização normal e pura do cérebro é essencial e útil para a cooperação com Deus (p. 140/141).

PASSIVIDADE DO JULGAMENTO

Passividade de julgamento e de razão expressa a situação em que o homem fecha a mente a todos os argumentos e conceitos contrários àqueles que o levaram à conclusões estabelecidas…O crente que está nesse estágio de passividade acaba caindo num estado de positivismo maligno e de infalibilidade, do que nada é capaz de liberar o “julgamento” a não ser o choque violento de descobrir que foi enganado e possuído por espíritos malignos (p. 142).

MANIFESTAÇÕES DA INFLUÊNCIA DE ESPÍRITOS MALIGNOS TIDAS COMO CARACTERÍSTICAS NATUAIS

As manifestações são em geral tidas como características naturais ou enfermidades. A obra do Senhor é posta de lado ou, até mesmo, nunca é iniciada porque o crente está “cansado demais” ou então “sem dons” para faze-la. Ele é “nervoso”, “tímido”, não tem o “dom da palavra” ou “poder de raciocínio” para fazer a obra de Deus; mas na esfera social essas “deficiências” são esquecidas e os “tímidos” brilhas, dando o melhor de si. Não lhe ocorre de perguntar porque somente no que diz respeito a fazer a obra de Deus é que eles são tão incapazes – mas é somente em relação a esses serviços que as obras ocultas de Satanás interferem.

CONCEITO ERRÔNEO DE NEGAR A SI MESMO

Sob o conceito de entregar a si mesmo a Deus, como significando autonegação, autorenúncia e, praticamente, auto-aniquilação, o crente deseja não ter mais consciência de personalidade, de necessidades pessoas, de disposições pessoais, tais como sentimentos, desejos, aparência exterior, circunstâncias, desconfortos, opiniões sobre outros, etc., para ter “consciência” somente de Deus movendo-se, operando e agindo por meio dele. Tudo isso realmente aparente ser “auto-sacrifício” e “espiritual”, mas resulta na inteira supressão da personalidade e dá terreno legal a espíritos malignos por meio da passividade de todo o seu ser. Isso permite que os poderes das trevas operem e gerem uma “falta de consciência”…de modo que já não é capaz de saber quando eles estão sofrendo e quando ele mesmo causa sofrimento a outros.

PASSIVIDADE CAUSADA PELA ACEITAÇÃO ERRÔNEA DO SOFRIMENTO

O crente decide aceitar “sofrer com Cristo” no “caminho da cruz” e, para cumprir seu desígnio com relação a isso, a partir de então passivamente se entrega ao sofrimento em qualquer forma que se apresente, crendo que “sofrer com Cristo” significa recompensa e frutificação…Eles se consideram mártires quando, na verdade, são vítimas, não sabendo que o sofrimento é um dos principais sintomas de possessão. Ao colocar um homem no sofrimento, os espíritos malignos descarregam nele sua inimizade e odeio pelo ser humano.

O sofrimento diretamente causado por espíritos malignos pode ser diferenciado da verdadeira comunhão nos sofrimentos de Cristo por uma completa ausência de resultados, tanto em frutos e vitória como em amadurecimento espiritual (p. 155).

O CHOQUE QUANDO O CRENTE COMPREENDE A VERDADE

É grande o choque quando o crente compreende pela primeira vez a verdade sobre o engano e a possessão como possíveis para ele; mas quando isso acontece, a alegria daquele que se aplica a entender e a lutar pela completa libertação é maior do que as palavras podem descrever. A luz é derramada sobre problemas sem solução há anos, tanto na experiência pessoal como nas perplexidades do ambiente, assim como nas condições em que se encontram a igreja e o mundo…(p. 150).

O LUGAR DA VERDADE NA LIBERTAÇÃO

Há um princípio fundamental envolvido no poder que a verdade tem para libertar dos enganos do diabo: libertação de haver-se crido em mentiras deve se dar por meio de se crer na verdade. Nada consegue remover uma mentira a não ser a verdade. “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (Jo 8:32). Se o crente precisa de liberdade, deve pedir ao Filho de Deus. Como o Filho liberta? Por meio do Espírito Santo, e o Espírito liberta pela instrumentalidade da verdade… (p. 115).

A VEREDA DA LIBERTAÇÃO

Dentre os marcos da vida cristã, sem dúvida, conhecer a Cristo e conhecer a igreja são deveras os mais importantes, senão os único que perdurarão pela eternidade. Entretanto, muitas vezes, a caminhada cristã passa por sérias crises. São a crises do crescimento, onde Deus nos leva de um patamar de fé para outro. Isso pode parecer maravilho e é, mas também é muito doloso. Durante a adolescência espiritual, não conseguimos entender nosso próprio ser. Começamos a questionar tudo a nossa volta e, não raro, ficamos atônitos, sem respostas e perturbados.

Mas Deus é fiel! A vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito. Com um tempo de caminhada com Cristo, a luz começa a ficar mais firme e assim podemos enxergar com mais precisão o caminho, as armadilhas, as bifurcações e a melhor direção a seguir. Mas…quantas pedras há…, quantos buracos…, quantos obstáculos… Como é fácil cair e se desviar. Como precisamos desesperadamente do Senhor Jesus! Não há outra forma de caminhar, senão agarrados Àquele que conhece o caminho, pois Ele é o próprio Caminho.

De acordo com os relatos dos filhos de Deus que tem empenhado suas vidas na caminhada do Reino, pode-se identificar, ao menos, seis passos em direção à libertação. Cremos também que esses passos estão sendo trilhados por milhares de filhos de Deus espalhados pelo globo, os quais sofrem e vivem as aflições do crescimento na vida Divina.
  • O MAL ESTAR INTERIOR: a primeira grande crise do crescimento que o cristão experimenta é um grande mal estar interior. O cristão sente um profundo incômodo em seu interior. O que lê não “fecha” com o que vê e pratica. A vida cristã tão alegre passa a se tornar monótona e fria. Perde a vontade de ler a Bíblia e orar. A comunhão com os irmãos passa a ser cansativa, assim como as reuniões. Para evitar ser rechaçado pelo meio, “finge” que está tudo bem, mas no íntimo, no seu espírito, vê que há um profundo descontentamento e um gemido interior. Ao tentar ter comunhão com outros irmãos é mal interpretado e acusado de estar na mente, precisando negar a vida da alma e voltar para o espírito. Nesse ponto, alguns sacrificam sua consciência e continuam “empurrando” sua vida como antes. Outros, entretanto, continuam sua busca e questionam a Deus, apelando por respostas, até ganharem luz.
  • DESPERTANDO: o cristão passa a orar ao Senhor e buscar a resposta e então passa a ver vários desvios no seu meio. Algumas camadas de escamas passam a cair de seus olhos e percebe então que a benção de Deus se afastou do lugar em que estava, restando apenas uma religião morta e sem sentido. Tornando-se insuportável viver em meio à hipocrisia e a exigências sem fim, o cristão se vê aflito, só e sem solução. Nessa fase alguns santos entram em crise, questionando sua fé, a Bíblia e até Deus: “como Deus pode deixar que tudo chegasse até onde chegou…Deus me enganou….” Outros cristãos passam a culpar os irmãos e os líderes, como se eles próprios não tivessem aberto seus corações para o engano, sem dar atenção à Palavra e aos gemidos do Espírito Santo. O sofrimento do cristão será tão mais intenso quanto menos intimidade houvera desfrutado do Senhor, o Consolador. Alguns cristãos nessa fase, ao se afastarem dos irmãos também se afastam de Deus e, infelizmente, voltam para suas ocupações. Outros continuam buscando em Deus a saída para sua crise e uma direção para sua vida, mas todos passam, cedo ou tarde, por uma desorientação geral inicial.
  • DESORIENTAÇÃO GERAL: como a pessoa achava que estava no único lugar possível onde Deus pudesse dispensar sua bênção, saindo dessa posição, o cristão parece sentir-se sem nenhum referencial possível. De repente vê-se sem saber orar, ler a Bíblia, contatar outros cristãos ou mesmo se relacionar com seus parentes e colegas de trabalho. Percebe então que não sabe mais se relacionar com as pessoas. Não sabe mais viver. Episódios de ansiedade e depressão não são raros. Nesse momento, surgem pensamentos do tipo – você abandonou a fé… – Deus abandonou você… – você nunca foi salvo de verdade… – sua vida é uma fraude… – vá cuidar da sua vida e esqueça o Evangelho que só lhe trouxe problemas… Deus terá de levar essa pessoa a uma renovação de sua mente até que voluntariamente considere tudo o que aprendeu como perda a fim de ganhar somente a Cristo. Nesse passo, muitos dão crédito às mentiras diabólicas e abandonam (ou tentam) abandonar ao Senhor que por eles morreu. Este é o momento mais delicado da caminhada. O futuro espiritual do cristão pode ser decidido nesse momento. Alguns, poucos, perseveram no caminho apertado da solidão e dúvida. Mesmo crendo contra os fatos, dão o próximo passo por fé, crendo que a vara e o cajado do Supremo Pastor ainda estão ali, consolando-o (Sl 23). Aos poucos, o cristão vai entendendo que havia trocado a pessoa do Senhor por muitos itens, até espirituais, como doutrinas, práticas, encontros sociais com demais cristãos e com o conforto que uma boa religião pode conferir. O cristão chora e se arrepende. Enojado com sua vida pretérita, o cristão então abre mão de tudo para voltar ao Senhor.
  • BUSCANDO SOMENTE DO SENHOR: ao chegar nessa fase, o cristão passa a se tornar uma pessoa mais simples e volta à prática das primeiras obras. Ele começa a perceber que angariou muitas coisas espirituais ao longo do caminho, coisas boas, mas que substituíam o próprio Senhor. Ele então deixa de lado seus vários livros e busca apenas na Bíblia sua base para ter comunhão com Seu Amado Senhor e nessas comunhões passa a ter revelações na Palavra que jamais pensou existir. Cansado de ouvir tantas vozes e tantas interpretações, nos Evangelhos, ele começa a procurar identificar o que o Senhor disse e como o Senhor vivia. Começa a conhecer detalhes do Senhor que nunca vira antes. Passa também a ser tolerante com seus irmãos e misericordioso com o próximo. O cristão passa a ser uma pessoa mais humana e mais acessível aos seus próximos. Aos poucos vai voltando para um viver simples na presença do Senhor amado. Suas orações são mais curtas, simples, mas sinceras. Agora não tem mais nada a esconder dos homens e de Deus. Seus relacionamentos passam a ser mais sinceros e seu viver mais tranqüilo e singelo. Nesse ponto, ele começa a romper com toda a hipocrisia que turvava sua mente e o afastava de relacionamentos autênticos (esse processo durará sua vida inteira). A lembrança dos seus “amados” volta a atordoar sua mente (Rm 9:1-3), o que o leva a buscar soluções para a “vida da igreja”.
  • BUSCANDO A SOLUÇÃO: nessa fase, o cristão sente necessidade de ter comunhão com outros santos, mas sente medo de criar “uma nova igreja” ou “uma nova doutrina” ou ainda que seja mal interpretado pelos seus “antigos” irmãos. Então, começa a questionar qual seria a vontade de Deus para restaurar sua igreja. Onde está afinal a igreja ideal, a igreja verdadeira? Quanto mais questiona e busca respostas, mas confuso fica. As respostas que lhe vêm à mente sempre são o que não se deve praticar, mas não encontra soluções de como se praticar a igreja. Por fim, casando de pesquisar, vê que a igreja é uma família e é o Corpo de Cristo, formado por todos os filhos de Deus, muitos deles desprezados no passado, por estarem na “religião”. Vê então que a pior religião é a que estava vivendo e, de repente, passa a amar todos os santos, sem exceção. De fato, tal cristão passa a ter a visão do Corpo de Cristo como nunca antes vira. Passa assim a ter um relacionamento simples com os irmãos, estejam onde estiverem, e se “perde” no Corpo, pois agora não faz parte mais de um grupo, mas de uma imensa família da fé. O cristão percebe que pode entrar pela porta das ovelhas, sair e ainda achar pastagem (Jo 10:9). Em seu coração agora cabem “todos seus queridos irmãos”. Passa então a aprender com eles e ser suprido através de sua simplicidade. Após ser alimentado pelo Corpo e com a mente renovada, o Cristão é levado a prosseguir de onde parou (Ap 2:5).
  • PEREGRINANDO: nesta fase, o Cristão passa a ter comunhão com outros irmãos que saíram dos apriscos e procura trocar experiências e enxergar mais da visão celestial. Ele não entende como, mas pessoas, amigos, livros e mensagens começam a bater nas portas do seu coração. Vê então que não estava só. Suas “comunhões” com os irmãos agora são muito preciosas e Deus passa a se revelar de forma tão simples e pura, como antes. Sem maiores pretensões, o cristão pensa apenas em desfrutar de Cristo, pregar o evangelho, apascentar os cordeiros e aguardar a Pátria Celestial, em paz com Deus e com os homens, como o Senhor lhe ordenara no princípio. O cristão então descobre que não há fórmulas ou receitas, não há leis, não há orientações humanas, não há o certo ou o errado; há apenas Cristo e Seu Corpo misterioso e maravilhoso, a igreja e nada mais. Vê então que não precisa ter medo, podendo confiar só na Palavra de Deus e no Espírito que jamais lhe abandonaram na jornada e vão continuar ajudando-o e suprindo-o como seu Consolador. Na comunhão de casa em casa, nas orações, no partir do pão e na comunhão do ensinamento dos apóstolos (At 2:42; Rm 12; 1 Co 12:12-31; 14:26-40), o cristão se sente de novo em casa e Deus também volta a ter um lar, uma “Betânia” para descansar (Hb 4:11; 11:8-10). Que assim seja!
Querido internauta, que Deus te abençoe e te guarde nessa caminhada, mantendo teus olhos firmes Nele, Jesus Cristo, Autor e Consumador da nossa fé!.


Por Alexander Souza

A PERGUNTA DE JOÃO BATISTA Mateus 11:2-3. Retrata esta situação nas “igrejas”

Esta é a igreja que havia de ser instituída? Aquela cujo noivo detentor de toda autoridade entregou-se por ela? Esta que pelo Espírito testificaria do filho e cujas portas do inferno não prevaleceriam contra ela? Não! Caro João. Muitos cegos ainda não vêem, muitos coxos ainda não andam, há ainda muitos leprosos, há pouquíssimas ressurreições, alguns nem crêem na ressurreição, muitos oprimidos do diabo ainda estão presos e aos pobres nem sempre é anunciado o evangelho.

Esta igreja teve um belo começo, mas nos perdemos. Fomos instruídos pelo Espírito Santo para não sermos carnais e não nos dividirmos em preferências em uma cidade escolhendo este ou aquele apóstolo, mas não fomos fieis e, para cada cidade temos centenas de preferências. Na verdade nós despedaçamos o corpo de Cristo de forma que as portas do inferno algumas vezes prevalecem contra nós. Não há um limite. Cada denominação identifica-se como igreja e não há consolação e aperfeiçoamento entre elas por que não há unidade na palavra, por isso não há exposição ou comunicação de dons (Rm. 1.11), alguns nem acreditam nos dons. Não temos aquela unidade que em Atos dos apóstolos foi razão pela qual o Espírito Santo se manifestou com grande força e expressão e, por isso, o povo caía na graça da igreja. Os irmãos que buscam a Deus com inteireza de coração e começam a experimentar a normalidade da vida com Jesus, logo são vistos como supercrentes e, quando não são recriminados são idolatrados. Mesmo quando não são idolatrados, parece formar no subconsciente de alguns santos que é necessário grande aprofundamento e preparação para se viver a normalidade em Cristo. A união com o Senhor pela fé é substituída pelo sacrifício pessoal.

Ao contrário do Senhor Jesus, que se esvaziou a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens, muitos líderes parecem ter muito a preservar e são incapazes de “estourarem” suas diretorias para que haja somente uma igreja em cada cidade. A maioria se quer cogita isto. Limitam-se a raríssimos encontros anuais ou bianuais para demandas mais sérias de cunho político-social. Algumas dessas denominações possuem histórias belíssimas de formação que denotam muito empenho e amor ao Senhor, mas fecharam-se para o exemplo da palavra e esqueceram que nossa história é nossa, já a palavra do Senhor é do Senhor. Da primeira podemos abrir mão, mas da segunda jamais. Não se submetem ao Gênesis da igreja que é a igreja de Atos. Muitas denominações admitem hoje que o louvor ao Senhor está sendo cada dia mais restaurado, mas não abrem uma brecha para que o “ser igreja” também o seja. Não conseguem enxergar que assim como o louvor foi corrompido o “ser igreja” também o foi. Estão confortáveis em suas posições e o ser um com outros que confessam ao Senhor somente se for por cima do muro.

Como é difícil determinados grupos de pessoas se converterem ao evangelho. Lembro-me das conversões de 3000 e 5000 pessoas em Jerusalém quando o evangelho era expressamente rechaçado pelas autoridades religiosas da época. Alguns poderiam dizer que não há dificuldade de conversão, pois é o Espírito que convence. Verdade! Está certo! Mas não estamos no período em que o Espírito é derramado sobre toda carne? O que é que prende então? Nunca na história o evangelho foi tão tolerado por quaisquer ramos da sociedade e até em seitas. Mesmo em grandes corporações Jesus é ensinado como alvo de liderança empresarial e de padrão pessoal. Empresas multinacionais têm em suas declarações de missão coletiva, princípios bíblicos e quase textos completos, os quais foram direcionados para edificação dos santos das igrejas na época dos apóstolos.

Nossa sociedade já aprendeu quão bom são os frutos do evangelho, o “problema é o Cristo”. Quando o Cristo puro e simples lhes é oferecido, toda simpatia é convertida em ódio e, pior ainda, em indiferença. Onde está o fio da meada? Onde estão as raízes desta semeadura? Quais são as bases destas fortalezas? Para responder esta pergunta, recorro à inspiração no espírito e misericórdia especial do Senhor. Do ponto de vista natural necessitaria de profundos conhecimentos antropológicos e de história. Mas vamos seguir em frente.

Por um período muito extenso, que contempla dúzias de gerações, a igreja se reclusou e se encheu de fortalezas e escamas que lhe impediram de desenvolver em praticamente todas as áreas. Não influenciava qualquer sociedade, mas por ela era influenciada despojando-lhe dos mais preciosos princípios de vida e verdadeira liberdade. Esta sociedade, que agora andava por seus próprios caminhos e preceitos, tirou proveito da “liberdade” e por gerações semeou em todas as direções. Como o sol vem sobre bons e maus e a chuva cai sobre justos e injustos, esta semeadura gerou povos, nações e reinos que em seu interior geraram indivíduos renomados, cultos, cheios de ciência e potencial de desenvolvimento que marcou outras gerações. Entre eles podemos citar: Leibniz 1646/1716 (anatomia da lógica –“as leis do pensamento”); Voltaire 1694/1778 (iluminista – cria na divindade, mas sempre se expressou sobre a igreja como intolerante e injusta); Hume 1713/1784 (iluminista ateu); Immanuel Kant 1724/1804 (iluminista); Karl Marx 1818/1863 (um dos fundadores da sociologia); Jean-Paul Sartre 1905/1980 (existencialista ateu); entre inúmeros outros, que os influenciaram e foram influenciados. .

Alguns destes tiveram contato com a igreja pós Lutero e pais crentes, mas a maioria não sustentou a fé talvez por causa das “santas” tradições evangélicas. Nomes como estes influenciaram academias e universidades que deram mais frutos e praticamente toda a Europa, parte do oriente e ocidente viveram eras de novos paradigmas e possibilidades. Mesmo antes de surgirem esses nomes, a igreja teve uma retomada de visão e retornou a respirar após a intervenção de Lutero, mas ainda hoje o método quase sempre toma mais espaço no meio evangélico do que a motivação e ainda permaneceu certa reclusão que limitava a vida e a sua expansão natural e, além do mais, a sociedade estava “muito bem” sem ela. A referência que possuíam da igreja era de cadeia e morte. Como poderiam retornar para isto? Como evangélicos, hoje já é sabido que não vendemos cadeia e morte, mas parece que em nossas faces está escrito ignorância e pobreza pela passividade, afinal o Senhor proverá tudo o que precisarmos. Felizmente muitos dos santos já perceberam que o mundo está cheio de oportunidades para desenvolvimento e saíram da passividade o que está gerando um contrapeso maravilhoso para o argumento de que ser crente é abrir as mãos e esperar o Senhor prover. Neste período de anestesia da igreja, onde a razão era o deus que reinava em cada continente, a sociedade de uma forma geral ficou carente de estimulo “espiritual” e, aproveitando o espaço, satanás levantou seus profetas para tapar a brecha. Daí surge o islamismo, o espiritismo, as testemunhas de Joseph posteriormente disfarçado de testemunhas de Jeová, os mórmons, o aprofundamento do budismo e outros mais. Como já comentei, neste período a igreja não inspirava conforto, mas cadeia e morte. O equilíbrio emocional por sanar dúvidas internas, ainda que contrários à bíblia, fez com que a ideologia destas seitas trouxesse desenvolvimento econômico e social. Nada comparado ao transbordar de Deus quando nações e reinos se submetiam a Ele com inteireza de coração nos relatos bíblicos e em nossos tempos, mas era resultado suficiente para uma adesão quando o concorrente só oferecia cadeia e morte. Hoje temos versões sofisticadas destas seitas que nos abordam nas ruas “evangelizando” com a mesma disposição, empenho e compaixão que temos e utilizamos para anunciar o Salvador. Alguns inclusive são jovens missionários de outras nações, longe dos pais e convictos de estarem fazendo o bem e pontuando no reino dos céus. Enquanto nossa pregação não vier acompanhada de sinais e maravilhas que não possam ser imitadas por satanás, seremos apenas mais um discurso filosófico em meio à multidão. Que Deus tenha misericórdia de nossas vidas e o “ser igreja” receba a mesma atenção que algumas práticas vêm recebendo. Aperfeiçoar o louvor e outras práticas sem um vaso adequado que os contenha, é o mesmo que boiar sobre gravetos e varapaus e dizer que se tem um barco. É inegável que em algumas denominações há frutos, devido à auto-suficiência da palavra e a lei da semeadura, mas é igualmente inegável que não há plenitude. O Espírito Santo que disse Separai-me a Barnabé e a Saulo para a obra a que os tenho chamado. (At. 13.2) é o mesmo Espírito que pode nos instruir a ser um em cada cidade. Se ele não intervir quem intervirá? Nós sabemos que Deus fala, mas o requisito para a intervenção no texto acima é: “Enquanto eles ministravam perante o Senhor e jejuavam”. A Bíblia afirma que se fosse possível, até os santos seriam enganados neste período que se chama “últimos dias”. A riqueza pessoal tornou-se sinônimo de estar abençoado por Deus. Desta forma, budistas, espíritas, homossexuais, e até falsos crentes que demonstram esta riqueza são admirados e imitados. Neste tempo, a dica de Salomão (“teme a Deus isto te basta”) é providencial. Como é vital nossa dependência do Senhor!

 
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