Cristo ou “Coisas” Cristãs?

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Toda comunhão particular gira em torno de um centro particular e todo centro particular irá produzir espontaneamente uma comunhão particular.

Se nossa comunhão não estiver centrada única e exclusivamente em Cristo, automaticamente estará criada uma facção que excluirá todos os demais filhos de Deus. Essa é a triste história das divisões do Corpo de Cristo há dois mil anos… O mais complexo é que os outros centros não são necessariamente carnais, pagãos ou financeiros, podem muito bem ser “coisas cristãs” ou até mesmo “verdades cristãs”, mas mesmo assim não são Cristo. Por outro lado, quando um grupo de pessoas decidem focar sua comunhão na pessoa de Cristo, elas acabam se tornam mais e mais próximas umas das outras, produzindo comunhão e edificação.

A decisão mais difícil para um cristão e que todo cristão um dia vai se deparar é escolher entre as “coisas” de Cristo e o próprio Cristo. A atitude que tomarmos definirá nossa posição e situação na eternidade: se em Cristo ou “próximos” de Cristo.

“Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo” (João 17:24)

Estratégias de Manipulação

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De acordo com Noam Chomsky há “10 estratégias de manipulação” usadas com o auxílio da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO

Manter a atenção longe dos verdadeiros problemas, da raiz ou origem deles.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES

Utilizar metas bíblicas como Evangelizar o Mundo (ou a sua cidade ou bairro), Trazer o Reino de Deus, Construir um Templo etc. Quando esses “problemas” surgem, sugere-se então a solução: dinheiro e mão de obra, geralmente fazendo o fiel crer que assim ele estará ajudando a Deus ou tornando-se um  cristão especial ou vencedor.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO

Fazer concessões não bíblicas aos poucos, distanciando-se gradativamente do alvo inicial e da revelação inicial, fazendo crer que Deus é dinâmico e que Sua revelação prossegue, anulando assim a própria Palavra de Deus.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO

“Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que ‘tudo irá melhorar amanhã’ e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a ideia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.”

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE

Incentivar os irmãos que se tornem tolos e infantis (no sentido de “alienados” aos fatos) para depois se tornarem sábios, invertendo falsamente o sentido de 1 Co 3:18 e 2 Co 11:3. O questionamento, a busca pessoal e a pesquisa são totalmente proibidos ou desincentivados. Em termos de pregação, costuma-se utilizar quase que exclusivamente textos e alegorias da Primeira Aliança (Velho Testamento), quase nunca abordando as Palavras de Jesus ou Epístolas como Efésios, Felipenses e Colossenses.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO

” Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos”

7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE

Decorrência do item 5 acima. Quando alguém questiona ou resolve investigar uma determinada situação ou doutrina no meio do grupo e se aproxima da verdade, essa pessoa é severamente criticada, punida ou expulsa do grupo. O melhor cristão para esse grupo é aquele que não questiona, que obedece sem pensar, que oferta fartamente, que trabalha arduamente, que abandonou estudos, família ou carreira em prol do grupo, que não pesquisa ou estuda, nem se comunica com pessoas de outros grupos em busca de outros pontos de vista ou outras interpretações possíveis, ou simplesmente para ter comunhão.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE

Decorrência do item anterior, mas, nesse caso, os líderes começam a “promover” a cargos mais elevados no grupo os mais alienados, ativos fisicamente (mas acomodados em relação ao Reino) e ambiciosos, como forma de dizer ao grupo que existe um novo padrão de cristão bem sucedido: o alienado, o tolo, o acomodado e o que facilmente pode ser manipulado. Geralmente o recém-promovido é muito complacente com desvios e com pecados que lhe chegam ao conhecimento, sob a fachada de ser piedoso, amável e de fazer tudo pela unidade do grupo, uma vez que o grupo é mais importante do que as pessoas que o compõe.

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE

“Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços”. Para atingir esse objetivo, são usados textos bíblicos com acusações e condenações diretas ou indiretas, fazendo referência a metas inalcançáveis (as quais geralmente são aplicadas a casos especiais na Bíblia ou em circunstâncias fora de contexto). O cristão fisgado por essa estratégia sente-se culpado e com remorso, fazendo de tudo para libertar-se do sofrimento, o que implica mais ofertas e mais tempo para serviços não remunerados. O interessante nessa estratégia é que o líder ou aquele que propaga essas ideias está longe (ou muito longe) de viver aquilo que prega ao microfone. Veja Mt 23:4 e At 15:10. Os líderes quase nunca explicam aos membros que santidade e justiça se alcançam mediante atos de fé, através do andar diário, com pequenos gestos de piedade e mudança de caráter, como ler a Bíblia, orar ao levantar e deitar, meditar na Palavra, amar ao próximo e, principalmente, obedecer ao singelo falar do Espírito no seu coração.

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM

Através de desculpas como “como está determinado irmão?”, o sistema coleta diversas informações acerca do cristão, inclusive partindo de membros de sua própria família. Os líderes geralmente delegam outros sub-líderes para participarem de reuniões caseiras (de oração, às vezes) para que, infiltrando-se no lar dos irmãos,  possam saber o que pensa e quais os problemas dos liderados. Também usa-se a estratégia de perguntar acerca de problemas com o fim de orar depois (a oração nunca vem de fato). Da mesma forma, através do sistema de pseudo-discipulado, é possível colher uma quantidade enorme de informações, especialmente informações pessoais, envolvendo casamento, área sexual, profissional, financeira e até pensamentos, tendências e intenções dos liderados. Através de todos esses recursos, o sistema cria uma poderosa ferramenta de informações que pode ser usada pelos líderes no púlpito ou em conversas pessoais e que, geralmente, são muito bem sucedidas no convencimento voltado para obtenção de mais ofertas, mais trabalho ou até para se “comprar” o silêncio diante de um escândalo envolvendo a liderança. O sistema assim passa a conhecer mais o indivíduo do que ele mesmo, sempre com o argumento subliminar eu também sei o que você fez ou pensa, gerando medo e insegurança nos liderados, até mesmo impedindo-os de abandonar o sistema.

Os títulos e os trechos entre aspas foram extraídos do site: http://libertesedosistema.blogspot.com.br/2011/05/como-midia-manipula-sociedade.html

O QUE É AMAR AO PRÓXIMO?

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Jesus disse a seus discípulos: “Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (Jo 13:35). O amor deve ser a característica marcante de um cristão. Muitos pregam sobre o amor, e alguns até mesmo proclamam viver o “amor fraternal”, dizem estar vivendo “filadélfia”. Mas na prática será mesmo assim? O apóstolo João falou de uma pessoa que gostava de ser sempre o primeiro na igreja, na assembleia, e que não recebia os irmãos, e até mesmo expulsava aqueles que tentavam receber os irmãos (3Jo 9-10). Prática essa contrária ao ensino do Novo Testamento que nos fala de receber a todo aquele que Deus recebeu em Cristo (Rm 15:7). Quão frequentemente vemos irmãos acusarem outros de rebeldes, “leprosos”, pelo fato de discordarem de práticas e ensinos, muitas vezes realmente contrários a Palavra de Deus. O interessante é que depois de assim o fazerem (expulsar os irmãos), continuam falndo de amor fra ternal. Mas por que será que não conseguem ver o erro e pedir perdão ao irmão que ofendeu chamando-o de rebelde? Por que não conseguem parar para meditar se suas práticas e ensinos estão de acordo com a Bíblia? A resposta é dada por João: “Mas aquele que odeia a seu irmão está em trevas, e anda em trevas, e não sabe para onde deva ir; porque as trevas lhe cegaram os olhos” (1Jo 2:11). Tantos tentam se justificar dizendo que o que fazem, o fazem para a “obra de Deus”. Mas o que vemos na Escritura é que naquele dia o Senhor reprovará muitas dessas “obras”, pois um dos principais mandamentos não foi atendido, o de amar os irmãos (Mt 7:22-23; Jo 13:34). Quanto mais o coração se alarga para amar mais irmãos, independente de grupos, mais luz, mais visão espiritual se desfrutará (1Jo 2:10). Também haverá mais receptividade e menos partidarismo, menos dos assim chamados “ministérios”. Que o Espírito Santo abra os olhos aos cegos, em nome de Jesus! ~ Silva Filho

A Entrevista

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“Para cada evangélico ativo no Brasil, há, também, um desviado(…) Baseado nisso, que conselho você daria às pessoas que estão morrendo na fé? – Bem, eu não digo que você deve sair da igreja e fingir que você não tem nada a ver com o problema. Pela minha experiência, quando uma pessoa faz isso, ela provavelmente não retorna à fé. A brasa quando removida do fogo se torna fria. A igreja pode ter os seus problemas, mas afastar-se dela não costuma suprir as necessidades que te atraíram, primeiramente. Eu encorajo as pessoas a encontrarem uma igreja que as recompense pela honestidade, ao invés de te punir pela sua honestidade. Há muitas igrejas onde as pessoas querem ir e mostrar que está tudo bem, que está tudo legal. Eu não vou numa igreja dessas. Se estivesse tudo bem na minha igreja eu não iria à igreja. Há coisas mais interessantes para se fazer no mundo, domingo pela manhã. Eu tentaria encontrar uma igreja onde as pessoas fossem abertas acerca de seus próprios sentimentos e de sua própria humanidade. Nós andamos juntos, porque não podemos andar sozinhos. Nós precisamos de Deus, nós precisamos um do outro. Nem todo mundo vai encontrar o que precisa nesta igreja ou naquela igreja. Às vezes, você não vai encontrar o que precisa no prédio onde as pessoas se reúnem domingo pela manhã. Talvez seja em um pequeno grupo que se reúna em casa, talvez em um grupo de estudos da Bíblia; talvez em um grupo de recuperação para pessoas que estão lutando contra o álcool ou coisas como esta. Mas eu encorajo as pessoas a ficarem na igreja, porque talvez a igreja precise de você, mesmo que você pense que não precisa da igreja. Porque é de pessoas que são abertas sobre suas dificuldades que eu gostaria que as igrejas fossem preenchidas. Eles precisam daquelas pessoas que dizem: – mas, espera um minuto, e os problemas que a gente tem? Precisamos dessas pessoas que trazem esse tipo de vulnerabilidade e honestidade para a igreja” Fonte: Entrevista com Philip Yancey, disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=SwRkzma9VDQ&feature=related> É fundamental, ao ler o Novo Testamento, diferenciar a igreja Corpo de Cristo da igreja Grupo Com Que Me Reúno. A igreja enquanto um grupo definido de pessoas com as quais me relaciono possui problemas (uma vez que pessoas normalmente tem problemas) que devem ser encarados e tratados. A maioria das Epístolas trata desses problemas. Entretanto, se não houver essa liberdade no grupo, então de fato é melhor procurar outro grupo – com toda liberdade de consciência – sabendo que ainda fazemos parte da Igreja Corpo de Cristo de que fala o Novo Testamento por direito de nascimento. Se determinado grupo não aceita questionamentos, se existe uma imposição doutrinária ou totalitária, se há falta de amor e misericórdia, se a “obra de Deus” está acima das necessidades das pessoas, se o que a Bíblia diz não é tão importante, possivelmente esse grupo deixou de ser igreja Corpo de Cristo e tornou-se apenas uma associação religiosa tóxica que é contra a fé – muito semelhante aos fariseus com os quais Jesus argumentava. Uma igreja (grupo de pessoas) com problemas é absolutamente normal, enquanto somos seres incompletos – mas uma “igreja” tóxica que exclui pessoas (e irmãos), que diminui sua fé e seu apreço pela comunhão com Deus e com Seus filhos, deixou há muito tempo de ser igreja e passou a ser um conglomerado político-tóxico – onde você poderá ficar fraco, doente e até morrer espiritualmente. Talvez esse seja o motivo para o grande número daqueles que estão abandonando a igreja-instituição-religiosa, antigamente taxados como “desviados”. Talvez a grande questão a ser resolvida seja qual o nível de “toxidade” espiritual que um cristão deva suportar por amor aos irmãos. É bom ter em mente, contudo, que não existe um só versículo na Bíblia inteira que obrigue um filho de Deus a compactuar com atitudes não bíblicas e com mentiras. Há contudo numerosos versículos que narram a saga dos profetas que se levantaram contra a religião morta e a hipocrisia – todos devidamente perseguidos e martirizados (Lc 13:34). O Corpo de Cristo é muito mais amplo que quatro paredes, que um conjunto de doutrinas bem engendradas, que um mover atual e muito menos que a fidelidade a um ministro ou ministério. Por outro lado, se Deus de fato revelou a alguém que deva permanecer em um grupo, mesmo que este tenha-se tornado tóxico, por amor a determinadas pessoas, e isso não irá violentar a fé do candidato à mártir, então que fique, mas que fique como profeta de Deus, como um vaso de honra purificado desses erros, santificado e útil ao Seu Possuidor (2 Tm 2:21). O importante é que cada um, tanto o que fica como o que sai, tenha muito bem definido em seu coração a razão da sua fé e a razão das suas obras porque elas serão julgadas no último dia. ”Porque importa que todos nós compareçamos perante o Tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.” (2 Co. 5:10)

QUESTÃO DA VERDADE

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Aqueles que não conseguem se manter na verdade, mas antes baixam o padrão da verdade, sempre viverão em trevas! A razão das trevas reinantes hoje no meio cristão é que o homem sacrifica a verdade em detrimento de si mesmo! A verdade é fruto da Luz (Ef 5:9), e quem não amar a verdade dará crédito ao erro e perecerá em julgamento (2 Ts 2:9-12). A verdadeira justiça e retidão é procedente desta verdade (Ef 4:24). Sem tal verdade não existe o testemunho da Igreja! Como então não ser restrito com respeito à verdade, ainda mais que sabemos que o inimigo, o pai da mentira (Jo 8:44), é capaz de grandes prodígios do engano e até de se apresentar como anjo de luz (2 Co 11:14)! Uma forma de verificar se não estamos apenas confundindo uma concepção falsa ou inexata com a verdade é conferindo se o que vivemos e praticamos está coerente e consistente com o que aceitamos como verdade. Esta inclusive é a maneira que o próprio Senhor nos recomenda para verificar se alguém está na verdade – pelos seus frutos (Mt 7:15-20; 12:33; Lc 6:43-45)! Se há discrepância então ou não temos a verdade ou não cremos realmente na verdade! Dissimulações de que não é bem assim ou que os fatos e pregações não foram bem entendidos, no entanto sem esclarecer com precisão o que seja a verdade, ou atitudes de ocultar verdades e fatos com a desculpa de que nem todos estariam preparados para elas, a história da Igreja nos ensina que estes são sérios indicadores de que se está deixando enredar pela tortuosa falsidade. A principal estratégia do inimigo na esfera espiritual é nos privar de nossa firmeza na verdade (At 11:23; Cl 2:5; 1 Ts 1:3; Hb 2:1; 2 Pe 3:17), nos deixando inseguros quanto a real verdade. Precisamos resistir-lhe na Fé (Ef 6:13; 1 Pe 5:8,9). Por isto, para que um obreiro seja aprovado por Deus é necessário que este tenha diligência e uma mente treinada (2 Tm 2:23) apto para cortar retamente a palavra (ver 2 Tm 2:15–do grego, orthotomeo, cortar reto a palavra, e notas 151 e 152 da RV). Sem tal cuidado com a palavra de Deus pode-se inadvertidamente promover a impiedade (2 Tm 2:16) e corroer a confiança dos santos na Fé (2 Tm 2:18). Não podemos esquecer que é justamente a confiança que nos dá galardão (2 Co 3:4; Ef 3:12; 1 Ts 2:2; Hb 2:13; 3:14; 10:35; 1 Jo 2:28; 3:21; 4:17; 5:14), e não simplesmente o crer (cf Tg 2:17-26). Sendo fieis à verdade e não agradando a homens (Gl 1:10;Ef 6:6), sendo o nosso falar sim ou não (Mt 5:37; Jo 7:24; 2 Co 4:2),. Independentemente disso vir a ser contra a nossa pessoa ou não, nos guarda das artimanhas do maligno e nos preserva na verdade (2 Jo 4). No “The Character of the Lord’s Worker” (tradução: O caráter do obreiro de Deus) Volume 52 do “Collected Works of Watchman Nee”, no capítulo 10 o irmão Nee coloca justamente isto. O obreiro de Deus deve ser absoluto pela verdade, e isto só é possível quando ele se libertar de si mesmo. Se alguém deixa com que a verdade seja comprometida por suas afinidades pessoais, sentimentos, família, etc., este não está qualificado para ser um obreiro de Deus! Se formos levianos e superficiais com esta questão da verdade, o seremos com tudo o mais!

Fonte: “Avaliação dos Fruntos Após Mais de 15 anos de Práticas e Moveres na Restauração no Brasil”

Discernindo o Corpo

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Porque muitos irmãos e grupos que saíram do sistema institucional estão fracos, introspectivos, isolados e estagnados espiritualmente? Nesse artigo, Jim Wright aborda a questão, listando três principais motivos: 1. Existencialismo extremo, baseado em slogans, supervalorizando a “revelação” pessoal acima do Senhorio de Cristo, claramente expresso na Palavra através do serviço ao próximo e pregação do evangelho. 2. Ensino desequilibrado que enfatiza a dependência de um obreiro externo (o qual geralmente não têm frutos reais para apresentar) para iniciar ou manter uma comunhão local. 3. Foco equivocado em tentar produzir comunhão orgânica principalmente através de atrair aqueles que estão descontentes ou desiludidos com a igreja institucional – ao invés de ir ao mundo (incluindo sua comunidade) e ser edificado como igreja, proclamando a libertação das Boas Novas do nosso glorioso Rei e Senhor Jesus. Vale a pena ler e reconsiderar a caminhada. Disponível em: http://crossroadjunction.com/2012/08/30/dead-ends/

Posso Mudar Minha Igreja?

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Parece que pelo menos uma vez por mês eu recebo um email de um membro de igreja — não um pastor — perguntando como ele pode mudar sua igreja. Não “mudar” no sentido de imprimir os boletins em um papel diferente, mas no sentido de reformular a estrutura de liderança da igreja e as práticas de membresia. Deve essa pessoa dar ao pastor alguns livros? Convocar uma reunião? Começar um grupo de estudo? Se você está nesta situação, o que você pode fazer? Como você pode mudar sua igreja quando você não é o pastor? A resposta curta é… Continue lendo no site Voltemos ao Evangelho.

As Quatro Liberdades

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  • A liberdade da Palavra de Deus em meu pensamento
  • A liberdade do Cristo Senhor em meu viver
  • A liberdade do Espírito Santo na minha adoração e serviço
  • A liberdade de todo o Corpo de Cristo na minha comunhão

Não deixe ninguém roubar essas liberdades!

Fonte: www.irmãos.com

Onde buscar?

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Parece uma constante entre todos os buscadores de Deus fixar  o lugar onde o encontrar, antes de buscá-lo. Nessa passagem  a mulher samaritana, ao perceber que se encontrava diante de um profeta, toma a oportunidade para sanar de uma vez suas dúvidas quanto ao lugar da adoração: “no monte ou no templo?”. A lógica empreendida pela mulher é simples e certamente reflete a experiência de boa parte dos cristãos. Acha-se o lugar, o grupo certo, o povo escolhido e depois ancora-se nessa certeza geográfica, depositando toda a constância espiritual no lugar, como se Deus habitasse em lugar feito por mãos humanas (At 17:24). Leia mais em Cada um Tem Seu Ministério.

Perguntar não ofende…

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A maioria dos cristãos tem medo de questionar algo ou ser questionado a respeito de algo. Acho que é nossa herança religiosa que apregoava dogmas e sempre lembrava que Deus tem um grande olho que está vigiando você, com um monte de pragas nas mãos para punir os infiéis, aliás, atitude muito semelhante aos deuses pagãos.
A verdadeira fé não é como uma taça de vidro que se pode quebrar por qualquer descuido. A fé verdadeiro pode ser golpeada mil vezes, passar por temperaturas elevadíssimas, ser confrontada por todos os lados, isso a tornará ainda mais pura e reluzente.

Encontros

 Encontros, conferências e Reuniões*

Mande informações e convites dos encontros na sua cidade que publicaremos no site. Nosso e-mail é igreja@igrejanoslares.com.br

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 Novos sites e Blogs

 
Pão e Vinho: “é um trabalho cristão, independente e  investigativo, cujo objetivo é vasculhar nossas raízes e entender melhor o desenho original da Igreja arquitetada por nosso Senhor Jesus Cristo. Aprender nosso passado nos ajuda a entender nosso estado presente e, assim, discernir nosso futuro como Igreja”. O editor mora em Wasginton/DC.
Blog Igreja Orgânica: blog sobre temas diversos a respeito da vida da igreja. O editor é de Fortaleza/CE
Igreja em Santo Antônio do Monte/MG: blog sobre questões atuais do viver cristãos. É mantido por irmãos de Minas Gerais, da cidade de Santa Antônio do Monte.
Irmãos em Cristo em Itajaí/SC: somos um grupo de pessoas que amando a Deus e uns aos outros decidiu se reunir semanalmente na cidade de Itajaí-SC. Nossos encontros acontecem nas casas ou em outros ambientes informais. Primamos pela alegria e informalidade, aspectos próprios do viver comunitário e daquela expressão viva da igreja do primeiro século. Contato: igrejaorganica@gmail.com Telefone: (47) 9609-0366
Um Novo Odre: Realizamos reuniões nos lares como auxílio à prática da vida cristã, o mesmo costume observado nos cristãos primitivos antes dos templos instituídos pelo Imperador Constantino. Absorvidos pelo cristianismo, os templos de Constantino perpetuaram a ideia de templo como lugar obrigatório para a realização de reuniões cristãs. Porém, nossa proposta busca restaurar a dignidade da família – “célula-mãe” da sociedade – priorizando o trabalho de formação espiritual de “homens novos para um mundo novo” encontrado em Deus. E-mail de contato: simple.church.brazil@gmail.com

Rádio Adoradores Livres: rádio livre para irmãos livres

Livros

  Vivenciando uma Igreja Orgânica

  Foi recentemente lançado o livro VIVENCIADO UMA IGREJA ORGÂNICA, de Frank Viola, pela Editora Palavra. O livro não está listado em sites, sendo que a única forma de aquisição à distância é através do telefone da Editora (61 3213-6999, 61 3213-6858, e-mail: varejo@mwdistribuidora.com, site: https://palavravirtual.com/detalhes.php?id=178). Nesse livro, considerando que a igreja é um organismo vivo e não uma organização, Viola, com base em exemplos vividos na caminhada cristã, analisa desde a plantação da igreja, em relação à pessoa do obreiro, passando por uma seção de Perguntas & Respostas, passos práticos para começar a viver a vida da igreja, chegando até às questões do desenvolvimento de uma igreja, os estágios de crescimento, as “doenças” que podem ocorrer, até à conclusão A JORNADA À FRENTE.  Um excelente livro para quem quer viver ou já está vivendo a vida da igreja. Leia trechos de livros em: http://igrejanoslares.com.br/category/noticias/category/livros/ Veja lista de indicação de livros em: http://igrejanoslares.com.br/category/noticias/auxilio/livros/ Indique um livro para ser publicado neste espaço. Mande um e-mail para: igreja@igrejanoslares.com.br

Perguntas & Respostas

 Apesar de as igrejas nos lares serem livres institucionalmente falando, gostaria de saber se existe alguma associação, convenção, enfim, algo que reúna as idéias das igrejas nos lares visando troca de experiências? Agradeço, MÁRCIO (Clique aqui)