Novos e Velhos

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novos e velhos Há boas organizações e estruturas; há organizações e estruturas deficientes e há organizações e estruturas muito ruins… Uma organização ou estrutura é dirigidas por homens e expressará inevitavelmente suas falhas e virtudes… Há algumas organizações e estruturas ligadas a igrejas e dirigidas por cristãos para fins também cristãos. Há algumas organizações ou estruturas que até são chamadas de igreja, mas, de fato e isso todo leitor da Bíblia necessita concordar, igreja são pessoas e não estruturas organizacionais. As estruturas, contudo, podem servir à igreja, tornando-se um meio para a pregação do evangelho, uma forma de alcançar os mais necessitados, um meio para prover saúde e educação de qualidade. A história é testemunha da utilidade de boas organizações. Entretanto, nunca (e nunca mesmo), as estruturas organizacionais ligadas à igreja deveriam se tornam um fim em si mesma, abandonando sua condição primordial de meio, de instrumento apenas, aliás, como todos nós que queremos ser instrumentos nas mãos de Deus. Quando isso ocorre, quando uma organização passa a ser mais importante que os filhos de Deus que dela se utilizam, quando uma organização começa a dispensar (ou até perseguir) os filhos de Deus por questões de mera opinião ou ponto de vista, então situações conflitantes começam a surgir, o foco inicial geralmente se perde e, conforme consta na parábola do grão de mostarda (Mt 13:31), a árvore cresce demais e muitas aves começam a encontrar ninhos nela… aves com boas intenções e aves com más intenções. Por esse e muitos outros motivos, muitos filhos de Deus tem se afastado de organizações “geneticamente modificadas” e iniciado pequenos grupos cristãos, também denominados igrejas orgânicas ou igrejas caseiras ou simplesmente igrejas…

Como em toda caminhada, a trajetória dos filhos de Deus que abandonam os vínculos com as organizações e estruturas também é composta de várias etapas ou, digamos, estações, paradas ou fases. Nesse processo, houve no passado uma tendência de desconstruir estruturas religiosas que não funcionavam ou funcionavam de forma muito deficiente. Essa tendência se expressava através de abandono de grupos, comentários depreciativos, críticas veladas e artigos na Internet e comentários em redes sociais… Já presenciamos até troca de acusações e ameaças que nem entre os incrédulos costuma se ver.

O tempo passou, a fase de empolgação dos grupos orgânicos chegou ao fim e alguns então se perguntaram: a final de contas, onde está o Reino?

Dizer o que está errado, qualquer pessoa de bom senso pode fazer. Explicar por que está errado, alguns bons observadores podem fazer; mas apresentar o Reino de Deus, quem pode fazer? Acho que muitos grupos caseiros e orgânicos estão nessa fase: sabemos o que não é, mas e o que é? Jogar fora algo sem colocar nada no lugar pode ser muito perigoso, por isso os filhos de Deus deveriam andar mediante uma revelação do Pai e não procurando desconstruir ou construir novos modelos que, na realidade, são apenas velhos modelos retocados…

Deus está fazendo algo muito grande nesta terra – ele está preparando uma noiva para o Seu filho. Particularmente não sei onde está essa noiva ou quem são, apesar de ter algumas boas desconfianças, mas uma coisa eu sei: os orgulhosos, os analistas, os presunçosos, os maliciosos, os arrogantes, os de coração duro, os que acham que são os melhores ou mais iluminados, aqueles que desprezam os irmãos e os que não amam o próximo, esses com certeza absoluta não fazem parte da noiva!

Nesse mar de dúvidas que transbordam no caminho menos trilhado da liberdade, há contudo, algumas poucas certezas além das claramente descritas no Palavra de Deus. Gostaria de abordar apenas duas delas neste post, contando com a cooperação dos irmãos através de comentários:

1) O viver da igreja e as reuniões da igreja não se confudem: o viver da igreja é orgânico, não organizável, não apropriável, não sistematizável, impossível de ser copiado e colado. A vida da igreja são amigos e irmãos que apreciam estar juntos. Um exemplo de vida da igreja esta retratado em At 2:42 e 4:32; a reunião da igreja, por outro lado, é um momento em que aqueles que vivem a igreja são chamados pelo Espírito, em dias e horários determinados, para exercerem seus dons e trazerem uma porção do reino para esta terra. Reuniões da igreja está retratadas em At 12:5; 14:27 e 1 Co 14:4, 24-26. Quando a igreja está reunida (podem ser dois ou três irmãos), tanto pode haver um viver da igreja, quanto uma reunião da igreja – dependendo do propósito pelo qual estão reunidos. Se estão juntos apenas para apreciarem a companhia uns dos outros, haverá a vida da igreja; se estão reunidos para um fim determinado (oração, ensino, libertação, cura, profecia, intercessão), então haverá reunião da igreja. É claro que somente poderá haver uma reunião da igreja se há previamente uma vida da igreja. Acredito que o fracasso momentâneo de algumas igrejas orgânicas se deve à confusão entre esses dois momentos… ou se vivia a vida da igreja, mas sem reuniões da igreja; ou havia apenas reuniões da igreja, sem a vida da igreja. A vida da igreja produz as reuniões da igreja, e as reuniões são para a vida da igreja; uma não tem horário, nem lugar, nem situação, nem motivo, nem tópico: a vida da igreja; outra tem horário, tem lugar, tem situação, tem motivo e às vezes até tópico: são as reuniões da igreja.

2) uma igreja como uma família funcional possui (ou deveria possuir) recém-nascidos, crianças, jovens, irmãos maduros e anciãos. Todas as faixas etárias “espirituais” necessitam da vida da igreja, mas os recém-nascidos, as crianças e os jovens, necessitam de reuniões da igreja, isto é, necessitam de um cuidado mais próximo, talvez com dias marcados, com horários, com objetivos claros. Por quê? Porque os mais jovens ainda estão aprendendo a viver no espírito, a seguir a orientação de Deus no seu espírito. Eles necessitam de instrução nas Escrituras; eles precisaram tirar suas dúvidas e ser inteirados no caminho do Reino de Deus. Eles precisam entender que a velha vida do velho homem passou e se ainda há algo a ser abandonado ou tratado, não se deve protelar. Eles precisam conhecer e apreciar a herança da igreja que é a herança deles mesmos, isto é, as promessas, alianças e revelações que Deus dispensou ao seu povo durante milênios. Eles precisam de modelos (1 Tm 4:12; 1 Co 11:1; Ef 5:1; Fp 3:17; Hb 6:12). Ocorre que nosso tempo é limitado. Se você mora em uma cidade grande então possivelmente seu tempo será mais escasso ainda e, por isso, você deverá fazer algumas escolhas: com quem vou “investir” meu tempo? Se você me permite opinar, acredito que seja mais útil gastar nosso tempo com os mais novos ou, mais precisamente, com os que não ouviram ainda o Evangelho do Reino. Talvez para esses, seja necessário reservar dias e horários e buscar diante de Deus orientação para prover alimentação espiritual de qualidade, segundo a necessidade dos que ouvem. Em relação aos irmãos mais maduros, podemos (acho que devemos) nos encontrar ocasionalmente para trocar impressões, orar e nos encorajar mutuamente, mas para os mais novos, há necessidade de tempo, dedicação e até mesmo uma certa rotina, até que estejam aptos a ouvir o Senhor, discernir o falar de Deus no seus espíritos e assim poderem caminhar na liberdade, carregando adiante a tocha do Evangelho. Mas em relação aos irmãos mais velhos, seria necessário marcar dias e horários para reuniões? Dizem que “depende” é sempre a resposta mais inteligente – mas nesse caso – creio que se aplica. Depende. Reunir com horários marcados seria para uma reunião da igreja. Se é para reunião da igreja, qual o objetivo? Orar? Ajudar os irmãos no apascentamento dos novos? Compartilhar de uma palavra de orientação ou advertência? Uma revelação? “Que fazer pois irmãos quando vos reunis?” (1 Co 14:26) Bem, se não há um objetivo na reunião marcada com os mais velhos, talvez seja melhor investir nosso tempo com os mais novos ou na pregação do Evangelho. Repito: não estou falando sobre a vida da igreja, mas sobre as reuniões da igreja. As reuniões e a vida da igreja são para todos, mas as reuniões da igreja precisam ter foco, tanto em relação aos novos como em relação aos mais velhos.

É muito bom nos encontrarmos com os irmãos mais maduros; podemos falar sobre muitos assuntos; podemos até discutir; podemos nos abrir e pedir ajuda; podemos confessar pecados que poderiam até ser tropeço para os mais novos… mas, se não atentarmos para os mais novos, talvez os encontros entre os mais velhos acabem se tornando grupos de discussões teológicas, igrejas estéreis, assembleias tristes, clubes de intelectuais em processo de degeneração. Isso é um perigo muito sério e real!

Isso não significa em hipótese alguma que devamos abandonar os encontros com os mais velhos, caso contrário perderemos uma rica parte da vida da igreja e uma parte da nossa herança nos santos; mas precisamos buscar diante de Deus discernimento quanto ao uso adequado do nosso escasso tempo. Precisamos buscar um ponto de equilíbrio, onde os novos sejam alimentados e os mais velhos possam ser encorajados; onde os mais novos aprendam a ouvir o Senhor; e os mais velhos não deixem de ouvi-Lo; onde jovens e mais velhos se juntem para celebrar o milagre da vida com Deus – pais se convertendo aos filhos e filhos de convertendo aos pais. Que o Senhor tenha misericórdia de nós e nos encaminhe para o ponto de equilíbrio nEle.

O Afeto Natural

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Na nossa relação com as pessoas, frequentemente nos afeiçoamos a umas e nos afastamos de outras. É algo natural e normalmente baseado nas preferências pessoais, estilos e afinidades. Não se trata de amar algumas pessoas e não amar outras, mas apenas de ter preferências naturais. Os irmãos em Corinto passaram por esse problema. Quando os apóstolos passaram por essa igreja, alguns irmãos se afeiçoaram a uns e outros irmãos se afeiçoaram a outros. Isso é afeto natural. O Apóstolo Paulo tentou resolver esse problema dizendo aos irmãos:

Porque a respeito de vós, irmãos meus, me foi comunicado pelos da família de Cloé que há contendas entre vós. Quero dizer com isto, que cada um de vós diz: Eu sou de Paulo, e eu de Apolo, e eu de Cefas, e eu de Cristo. Está Cristo dividido? foi Paulo crucificado por vós? ou fostes vós batizados em nome de Paulo? (1 Co 1:11-13)

Mas qual é o problema de ter afetos naturais? Quando nos afeiçoamos de maneira natural às pessoas normalmente deixamos de dizer a verdade a elas, especialmente quando somos orientados pela Palavra ou diretamente pelo Espírito. Se você presa muito uma pessoa, se ela é muito chegada a você, ou você a tem considerado mais espiritual, ou pelo fato de ela ter-lhe ajudado muito no passado, se vocês possuem muita intimidade e até uma certa “cumplicidade”, como dizer a verdade? Se você falar o que você pensa ou o que entendeu pela Palavra ou pelo Espírito, talvez você pense:

– se eu falar isso para o meu amigo, ele vai ficar furioso ou vamos deixar de ser amigos…

Então você se cala, sacrifica a verdade e, pior, deixa de ajudar a pessoa, abandonando-a ao erro e, talvez, até mesmo seja arrastado juntamente com ela. Por causa do afeto natural, também quantas heresias destruidoras tem se instalado no meio do povo de Deus…

Quão perigoso é o afeto natural!

O apóstolo Paulo, com base na sua experiência com uma infinidade de irmãos, entendeu diversas nuances do plano de Deus e, no tocante ao afeto natural, escreveu aos irmãos em Éfeso:

“…but by speaking what is true in love to each other we should grow up in all things into him who is the head, even the Anointed One…” – (…mas por falar o que é verdade em amor uns aos outros, devemos crescer em todas as coisas naquele que é a cabeça, o Ungido…) – tradução livre Versão Father’s Life.

Quando falarmos o que é verdadeiro e o que é a verdade, ou realidade das coisas, cresceremos em todas as coisas!

“Portanto, cada um de vocês deve abandonar a mentira e falar a verdade ao seu próximo, pois todos somos membros de um mesmo corpo” (Ef 4:25).

Cristo é a verdade (Jo 14:6)! Entretanto, para ganhar esse Cristo, que é a Verdade (com “V” maiúsculo), precisamos abandonar a mentira e falar a verdade (com “v” minúsculo”), isto é, expor a nossa verdadeira vida, sem máscaras ou fantasias, com todas suas limitações, falando o que pensamos ou sentimos e como percebemos esse Cristo em nossas vidas e nas vidas dos nossos irmãos. Quando há essa disposição de falar e sustentar a “verdade”, aquele que é A Verdade inicia seu trabalho de libertação interior.

Se vocês permanecerem firmes na minha palavra, verdadeiramente serão meus discípulos. E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará” (Jo 8:31-32)

Quando o Senhor Jesus fala conosco, recebemos Sua palavra; se a praticamos, permanecendo firmes nela, nos tornamos Seus discípulos, e um discípulo vai conhecer a verdade, isto é, sua vida será iluminada pelo falar de Deus, suas mentiras, afetos, visão distorcida, segredos ocultos, aparências, tudo virá a luz! Iremos conhecer a verdade a respeito da nossa própria vida e esse conhecimento nos libertará! É impossível ser liberto enquanto aprisionados na mentira. É impossível reter a verdade, ocultando mentiras na nossa vida. Somente prisioneiros livres podem ser usados para libertar os outros.

O homem verdadeiramente espiritual não deve ter medo de expor suas falhas e debilidades dos irmãos. Não deve ter medo de ser humano, parcial e falho. Isso também é verdade, isto é, é a verdade a respeito da sua condição… e é a partir dessa pequena verdade, que Aquele que é a suprema Verdade se manifesta, perdoa, cura, liberta e alimenta seus vasos de misericórdia.

Se em cada localidade, tivermos a graça de falar a verdade entre nós, relacionamentos genuínos serão produzidos. Os lobos serão expostos. Os fracos serão acolhidos. As heresias e ensinamentos de demônios ficarão do lado de fora. Desfrutaremos do prazer de ser recebidos não porque concordamos com tudo, mas porque somos verdadeiros, sinceros filhos de Deus e os outros poderão reconhecer que a igreja é uma coluna da Verdade e a base da Verdade.

Este é o caminho da cruz. Somente quando permitimos que ela corte profundamente, a ponto de entregarmos nossa vida da alma à morte, é que podemos ser livrados do ego em nossas afeições. Se realmente experimentarmos a morte, não estaremos presos a ninguém, mas seremos guiados apenas pelo mandamento de Deus. Nossa vida da alma, ao experimentar a morte, perde seu poder e se torna como morta na questão da afeição. Deus vai então nos guiar nEle mesmo, na renovação do nosso amor pelos homens. Deus quer que criemos nEle um novo relacionamento com aqueles que anteriormente amávamos. Todo relacionamento natural findou. Novos relacionamentos são estabelecidos através da morte e ressurreição” (O Homem Espiritual, Vol. II, W. Nee, pg. 205)

Liberdade e Pecado

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A verdadeira liberdade é ter possibilidade de pecar, mas não fazê-lo simplesmente porque “isso não combina com você”. Viver uma vida de pecado não é a única decisão possível. Nascer pecador, sim, é algo involuntário, mas viver pecando é uma opção. A vontade humana decide pecar ou não pecar e, naquilo que lhe for impossível, ela pode se unir à vontade do Espírito de Cristo, pois todos nós pecadores temos uma maravilhosa promessa: “se o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (Jo 8:36). Entretanto, há uma condição para essa libertação completa: permanecer na Palavra de Cristo (Jo 8:31-32). A Palavra de Cristo, nos quatro Evangelhos, possui dois principais elementos constantes: apresentar a verdadeira natureza humana e apresentar a verdadeira natureza de Deus. Quase todo o falar de Jesus se desenrola nessa direção. Quando o Senhor fala com você, Ele está dando a você a Palavra dEle – se você a obedecer, essa Palavra vai frutificar e seu fruto redundará em libertação. Um espírito fraco, indolente, inerte, falso, auto-destrutivo ou auto-suficiente dificilmente vai querer ouvir a Palavra de Cristo e, se ouvir, dificilmente vai querer obedecê-la. Por isso, o primeiro passo rumo à libertação é reconhecer quem você é; é saber o que combina com você e o que não combina; é identificar sua essência, seu espírito, seu verdadeiro “eu”. Se você não consegue dar esse primeiro passo sozinho, peça a Deus que o ilumine, considere o que seus entes queridos dizem a seu respeito, mas principalmente procure entender o que Deus pensa a seu respeito. Faça como Davi e considere sua história de vida seriamente, desde seu nascimento até hoje (Salmo 119); após isso, você necessita se livrar de toda aparência, hipocrisia, mentira e falsidade; demita o ator que há em você; jogue fora as máscaras de ocasião; abande a mania de agradar a todos; rasgue os roteiros pré-fabricados; quando você for você mesmo, poderá ouvir a Cristo e terá uma vontade livre, a verdadeira vontade de alguém que não precisa ser quem de fato não é – através dessa vontade livre, você poderá se unir à vontade dEle: o resultado será uma vida de liberdade, a verdadeira liberdade! Quando você for verdadeiro com você mesmo, você estará dando o primeiro passo para a liberdade . Jamais se esqueça disso!

“O completo arrependimento é quando nos encontramos exatamente na mesma situação de quando cometemos um pecado, mas dessa vez não o repetimos. Todos os fatores são os mesmos exceto um — nossa decisão” (Maimônides, Beit Chabad)

10) As igrejas que estão nas casas possuem níveis diferentes de maturidade?

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A nossa experiência de igreja depende da nossa experiência de Cristo. Quanto mais experimentamos Cristo, mais experimentaremos a realidade da igreja verdadeira, porque a Cabeça e o Corpo são um. Se em um grupo houver várias pessoas que experimentam mais Cristo, certamente esse grupo expressará mais os atributos de Cristo. Isso significa que haverá grupos mais próximos do ideal da Palavra e outros mais distantes, mas todos estamos no mesmo caminho; todos nós humildemente estamos em direção ao Reino, em meios a todas as adversidades que sobrevém a todos os filhos de Deus na face da Terra.

Alguns irmãos começam a se reunirem nos lares carregados de expectativas. Eles esperam finalmente encontrar um grupo perfeito. Entretanto, não podemos nos esquecer que, se encontrássemos um grupo perfeito, esse grupo talvez não aceitasse nossas muitas imperfeições. É bom não criar expectativas e viver apenas pela fé no que o Senhor lhe falar ao coração e nas promessas da Sua Palavra santa. Se você quiser que o grupo com o qual reúne esteja cheio de Cristo então, quem sabe, não é o momento de você primeiramente estar mais cheio de Cristo? Dê o exemplo e, por seu exemplo, influencie os irmãos positivamente, mas não espere resultados imediatos.

Estamos em um processo muito doloroso de abandonar a religiosidade e velhos conceitos que nos aprisionaram em um viver religioso de falar muito e pouco viver. Por isso, haverá barulho, poeira e até um pouco de confusão nos primeiros anos da vida da igreja. Precisamos entender esse processo. Nosso maior sonho é que pudéssemos apertar um botão e uma uma igreja perfeita caísse na nossa sala, com irmãos perfeitos e maravilhosos, sorrindo e nos ajudando em todas nossas dificuldades. Não é assim que as coisas funcionam. A igreja é um organismo vivo. Trata-se, portanto, de uma questão de vida e, como no caso de uma lavoura, exige-se cuidado, dedicação, paciência e tempo. Precisamos regar nossos relacionamos, adubar com bons nutrientes, produzir amizades saudáveis e arrancar as ervas daninhas que eventualmente possam aparecer. Assim como um edifício em fase inicial, o início da vida da igreja normalmente não é algo belo, pode até mesmo ser barulhento e bagunçado. Normalmente, existe uma fase de empolgação inicial e, depois, vem uma fase de arrancar as pedras do nosso interior, voltar a prática das primeiras obras (oração, leitura da Palavra, jejum etc.). Às vezes, alguns irmãos nos abandonam porque “não era bem isso que eles queriam“. Não os julgue. Não espere retorno. Faças as coisas para o Senhor somente e não para os homens. Algumas vezes, também há uma fase de deserto, onde toda aquela exuberância de vida e empolgação vai embora. As revelações passam a ser menos frequentes. Nesse momento, Deus nos ajudará a lançar nossas raízes mais fundo em direção aos mananciais escondidos. Já não vamos ter tantas coisas para fazer ou tantos compromissos. Vamos ser chamados para experimentar versículos como Jeremias 17:7-8 – Bendito o homem que confia no SENHOR, e cuja confiança é o SENHOR. Porque será como a árvore plantada junto às águas, que estende as suas raízes para o ribeiro, e não receia quando vem o calor, mas a sua folha fica verde; e no ano de sequidão não se afadiga, nem deixa de dar fruto. Graças a Deus que, assim como as fases da Lua ou as estações do ano, as fases da igreja também são dinâmicas. A fase de maturidade costuma demorar para vir, mas creia, ela virá. Quando houver um fundamento sólido em nossas vidas (isto é, quando começarmos a praticar o que falamos – veja Lc 6:47-48), Deus enviará mais pessoas. Não desanime. Às vezes, duvidamos até mesmo que essa obra será concluída. Precisamos por isso, de vez em quando, olhar para a planta nas mãos do Arquiteto. Ele sabe que vai concluir Sua obra (Fp 1:6).

Seja qual for a fase pela qual estejamos passando, não podemos nos esquecer que nascemos nesta Terra com um objetivo. Não viemos aqui apenas para ter uma boa vida e depois partir. Quando nos unimos ao Senhor também nos unimos ao Seu ministério de edificar o Corpo de Cristo. Não somos apenas ouvintes (Tg 1:22; 1 Jo 3:18). Não estamos na vida da igreja para analisar grupos e pessoas, como pesquisadores dissecando um cadáver. Estamos aqui para trabalhar (Jo 20:21). A ceara é grande e poucos são os ceifeiros. É hora de arregaçar as mangas e ouvir nosso Mestre: – Senhor Jesus, que queres que eu faça hoje, neste exato momento? Pode ser orar, louvar, visitar alguém ou até mesmo ficar aos seus pés quieto, ouvindo-O. No sistema religioso, nos acostumávamos a aguardar que os lideremos falassem com Deus e depois nos repassassem as orientações devidas, como Moisés fazia com o povo de Israel. Essa Aliança passou. Isso acabou. Precisamos reaprender a ouvir a Jesus e a Ele somente (leia Lucas 9:35 e 1 Jo 2:27). Quando esses fundamentos estiverem prontos, poderemos avançar para os demais estágios desse grande edifício de Deus: a igreja. Enquanto a maturidade não chega, vamos aproveitar bem a infância, a adolescência e a juventude da igreja na qual o Senhor nos plantou. Lembre-se: plante sempre, regue sempre, e se alegre sempre, pois o crescimento virá, sempre, de Deus! (1 Co 3:6).

9) As igrejas que estão nas casas possuem um padrão, regra de fé ou princípios com os quais todos concordam?

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As igrejas que estão nas casas não possuem um padrão doutrinário ou uma prática homogênea. Nas coisas essenciais, todos nós temos as mesmas crenças, mas nas coisas não-essenciais, nos permitimos cada um entender da forma como alcançamos (Rm 14; Fp 3:15). Em assuntos como ceia, batismo, uso do véu, línguas, tipos de reuniões e frequência, há um espectro que vai desde a observância literal dos versículos bíblicos respectivos até os que acreditam que tais coisas são puramente espirituais, devendo ser discernidas espiritualmente em cada caso concreto.

Além disso e infelizmente, há grupos que se reúnem em torno de crenças comuns, formando inconscientemente como que “tribos“. Isso empobrece nossa a experiência do Corpo, mas é algo extremamente difícil de evitar.

Na prática, muitos grupos que estão nas casas podem ser identificados como:

a) grupos fundamentalistas – vivem em torno de interpretações Bíblicas e estudos bíblicos;

b) grupos pragmáticos – vivem em torno de resultados concretos e obras; e

c) grupos pentecostais – vivem em torno de manifestações sobrenaturais.

Esses grupos geralmente são formados por pessoas que têm os dons voltados para essas áreas, ou talvez o líder tenha um dom proeminente que, inconscientemente, acabou influenciando os demais. Infelizmente, pessoas de um grupo não conseguem interagir com pessoas de outro grupo, por problemas de comunicação na maioria dos casos. Embora, o Corpo de Cristo envolva todas essas experiências (Palavra, obras e manifestações de poder), o Corpo não é nenhuma delas. O Corpo é o somatório delas e muito mais… O ideal seria que os grupos não acatassem esses rótulos e estimulassem os diferentes dons dos irmãos, abandonando preconceitos, a fim de que, com o auxílio de toda junta, o Corpo fosse edificado, na multiforme sabedoria de Deus. Se não conseguirmos passar por esse teste, é possível que fiquemos bem aquém do que diz a Palavra de Deus e surja alguma frustração. Além disso, gravitar em torno de práticas ou doutrinas, certamente produzirá divisões no Corpo, criando-se partidarismo do tipo: aqui todos nós pensamos desta forma (aliás, esse é o mesmo caminho das instituições). Esse é um perigo real e precisamos estar sempre atentos, com os corações abertos para receber os dons diferentes dos nossos, por que, a edificação sempre vem por complementação e não por exclusão. Uma igreja sadia possui os mais diferentes dons para as mais diferentes necessidades. Uma igreja doente não aceita a diversidade e procura abafar os dons que não compreende.

Precisamos uma vez por todas entender que nosso grupo, isto é, os irmãos com quem temos mais comunhão, não terá todos os dons necessários para a edificação. Por isso, precisamos de todo o Corpo de Cristo – por isso precisamos uns dos outros, mesmo que não concordemos com alguns pontos de vista.

Havendo até mesmo profecias, elas passarão, mas o amor jamais passará (1 Co 13:8). Se o ponto de vista é mais importante que o irmão, então certamente já perdemos o amor há muito tempo e não sabemos… e quem perdeu o amor, também perdeu contato com Deus por que Deus é amor (1 Jo 4:8,16). Se existe um padrão, princípio ou regra de fé que nos una que seja o amor.

Isso de maneira de nenhum significa que não vamos expor nossos pontos de vista. Precisamos falar o que pensamos. Precisamos dar a razão da nossa fé. No sistema religioso, éramos proibidos de pensar ou externar nosso pensamento. Na vida da igreja, expor essas coisas é essencial para uma vida saudável. Falar o que pensamos sem medo é a nossa proteção. Agora, expor é uma coisa; tentar convencer à força os irmãos é outra bem diferente. De preferência, o ideal é, ao invés de expor doutrinas, expor nossas experiências com a Palavra de Deus para que a experiência seja o veículo que irá conduzir a Palavra. Primeiramente os discípulos viveram com Cristo e experimentaram Cristo no seu dia-a-dia, depois eles expuseram seu testemunho a respeito daquilo que ouviram e viram (At 4:20; 1 Jo 1:1-3). Por fim, a experiência deles com Cristo tornou-se as Escrituras Sagradas. Permita que sua experiência com Cristo torna-se o falar de Cristo aos irmãos. Isso será muito mais efetivo do que tentar convencer os irmãos que você está certo e eles, errados.

Amar os irmãos também é ajudar os que estejam equivocados com suas práticas ou até mesmos estejam vivendo em pecado deliberado. Quem ama, exorta! Mas que se exorte com todo o amor e misericórdia que procedem de Deus, baseando-se sempre em fatos concretos e não em discussões de palavra, nem muito menos em suposições. O que não podemos é nos dividir por questões puramente doutrinárias. Se devemos amor nossos inimigos, o que fazer então com nossos irmãos? (Mt 5:44).

Acerca desse assunto, seria muito interessante a leitura do livro REVISA-NOS NOVAMENTE do irmão Frank Viola.

8) Nosso objetivo é voltar a viver a vida da igreja como era a igreja primitiva?

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Precisamos tomar cuidado ao copiar modelos. A igreja primitiva era muito complexa, dependendo do momento e do local. A igreja em Jerusalém no início de Atos está de um jeito, já no final está de outro. Além disso, em Jerusalém havia algumas características enquanto a igreja em Corinto possuía outras características. Enquanto uns irmãos ainda guardavam alguns rituais outros não tinham nenhum problema com eles. Seria interessante ler atentamente Atos cap. 15 e 21, o cap. 14 de Romanos e Gálatas cap. 2. O ideal é meditar nesses três livros, para tentar remontar o quebra-cabeças do que foi a “igreja primitiva”. Fazendo uma leitura reversa, isto é, tomando os versículos como respostas a questões concretas, isto é, problemas reais, é possível entender como viviam os irmãos e com quais problemas eles se deparavam. Pode-se perceber que houve um bom início e, com o passar das décadas, houve um declínio. Esse declínio fica claro quando se lê 2 Timóteo, 2 Pedro, Judas e Hebreus. As advertências que são dadas nessas epístolas, como se pode ver no contexto, não são dirigidas a incrédulos, mas a irmãos (ou possivelmente irmãos) que viviam como incrédulos – uma situação bem próxima ao que o Senhor Jesus alertou acerca de joio e trigo crescerem juntos. Uma coisa é certa, jamais vamos conseguir voltar para a igreja chamada igreja primitiva. O tempo passou. As pessoas passaram. Os apóstolos e testemunhas oculares morreram. Uma geração não conseguiu trasmitir tudo o que deveria ou podia para a geração seguinte. O elo se quebrou. Entretanto, o Espírito Santo continua sendo o mesmo. Deus não mudou e não mudará. Se conseguirmos perceber os princípios que moveram aqueles irmãos e irmãs, poderemos mergulhar no mesmo rio de vida em que eles viveram e que hoje está passando por todas as cidades da Terra (Ez 47:9). Acerca de modelos, sugiro a leitura do seguinte texto: http://setecandelabros.blogspot.com.br/2009/01/o-modelo-perfeito.html

África Livre

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Diversos grupos de irmãos na África tem sido libertos do sistema religioso. Alguns deles estão em uma fase de transição, para retomarem suas responsabilidades sociais, por terem deixado seus empregos para servir a Deus, porém com alguma relação ministerialista.

Existe portanto a necessidade de uma ajuda temporária para recolocação profissional, a fim de que nossos irmãos possam caminhar de forma digna, servindo adequadamente aos santos e suas famílias, sem se tornarem dependentes de ofertas de assembléias ou qualquer ministério particular.

Os irmãos que desejarem conhecer mais detalhes da obra livre na África, fora da religião institucional, favor encaminhar e-mail para freedom.for.africa@gmail.com.

Os que desejarem ofertar, a fim de cooperar com o evangelho e com a ressocialização destes obreiros, podem fazê-lo na conta:

Conta Bancária para Obra na África (aos cuidados dos irmãos em BH):

Banco Bradesco

Agência: 2268-3

C/C: 19206-6

ASSOCIACAO PARA COMUNHAO E SERVICO

CNPJ – 04.228.244/0001-87

Contamos com a oração dos irmãos por esse Continente.

O que conta?

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Não é o que os outros pensam de você que conta… Não é o que o Adversário pensa de você que conta… Não é nem o que você pensa de você que conta… Só o que conta é o que Deus pensa de você! Ele te ama e te resgatou, mergulhando sua vida na Vida dEle. Para tanto, Ele libertou você de si próprio, encravando sua velha natureza na Cruz. Por fim, você ressuscitou com Cristo, pelo poder do Espírito, e agora está no Pai e no Filho, eternamente. É isso que Deus pensa de você. Pense nisso, ao menos um pouquinho, todos os dias

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Que é o homem para que dele Te lembres?

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Entender nossa constituição: o velho homem, o novo homem e a minha consciência criada por Deus com o poder de escolher e migrar tanto para um como para outro, conforme o exercício da vontade – está no cerne do Evangelho: na aceitação do amor de Deus, na aceitação da cruz, na obediência ao Pai e no amor ao próximo.

A NOVA RELIGIÃO

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Está surgindo uma nova religião. Não satisfeitos com a grande oferta no mercado, alguns cristãos estão criando uma nova religião: a “Religião Antireligiosa”. Essa religião pode ser identificada mais ou menos da seguinte forma:

– Vamos nos reunir todos os sábados?

– Não pode, é religião!

– Vamos ler sequencialmente um livro da Bíblia?

– Não pode, é religião!

– Vamos marcar uma reunião de oração semanal?

– Não pode, é religião!

– Não seria interessante ter um horário diário para ler a Bíblia e orar?

– Não pode, é religião!

– Vamos isso, vamos aquilo?

– Não pode, é religião!

Fico pensando: essas pessoas “antireligiosas” devem ter vidas exemplares; seus filhos devem ser tementes a Deus; o Evangelho pregado por elas devem ser irresistível; seu testemunho de vida deve ser exemplar… Elas devem orar incessantemente, meditando na Palavra de Deus a todo momento, devem viver 24 horas no espírito (até sonham com as coisas de Deus), devem estar sempre em comunhão com os filhos de Deus, e devem ser praticamente um testemunho vivo e um milagre ambulante.

Bem, não conheci ainda esses seres angelicais. Tenho, contudo, conhecido muitas pessoas como eu próprio, falhas, incompletas, a fotografia do “maltrapilho”, um poço de necessidades, carentes de misericórdia e compaixão, que necessitam a todo instante voltarem para o alvo, que não tem nenhum problema em estar juntos e marcar “coisas” como desculpa para se ajuntarem, sem qualquer pudor antireligioso, que apreciam um bom vinho (apesar de eu não beber por decisão própria), boa comida, uma boa conversa produtiva e que não aguentam ouvir retórica vazia ou filosofia cristã travestida de “revelação celestial”, mas que também não tem problema para pegar as chaves do carro e fazer uma visita surpresa, assim como para orar por necessidades, pegar o telefone e ligar para a primeira pessoa que lhe vem a mente, sentindo os problemas alheios como se fossem nossos próprios.

Se ter dias e horários para reunir é religião, sim, sou religioso, graças a Deus;

Se ter foco nas comunhões é religião, sim, sou religioso;

Se planejar algo para estarmos juntos é religião, sim, sou religioso.

Se procurar juntar as famílias para nos divertirmos e celebrarmos o maravilhoso dom da Vida é religião, sim, somos religiosos.

Os antireligiosos que me perdoem, mas infelizmente tenho visto o fim das pessoas e das famílias que professam a antireligião e não quero esse destino pra mim ou para minha família. Entre a antireligião que conduz à perdição e confusão e minha “religiãozinha meia-boca em constante reconstrução”, fico com esta, até quando meu Senhor me orientar ao contrário ou quando meus irmãos me ajudarem ver outras perspectivas REAIS e não fruto da imaginação filosófica pseudo-espiritual, digna do reino idealista platônico-cristão do século XXI, onde o importante é o QUE DEVERIA SER e não o QUE É.

O que os antireligiosos devem querer de fato é intimidade SEM compromisso, isto é, prostituição espiritual.

“Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo, tais como: Não toques, não proves, não manuseies? As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens; As quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade, e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum senão para a satisfação da carne” (Cl 2:20-23)

“A árvore se conhece pelos frutos” (Jesus Cristo dando uma “dica” de como não ser enganado)

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Pão e Vinho: “é um trabalho cristão, independente e  investigativo, cujo objetivo é vasculhar nossas raízes e entender melhor o desenho original da Igreja arquitetada por nosso Senhor Jesus Cristo. Aprender nosso passado nos ajuda a entender nosso estado presente e, assim, discernir nosso futuro como Igreja”. O editor mora em Wasginton/DC.
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Igreja em Santo Antônio do Monte/MG: blog sobre questões atuais do viver cristãos. É mantido por irmãos de Minas Gerais, da cidade de Santa Antônio do Monte.
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Um Novo Odre: Realizamos reuniões nos lares como auxílio à prática da vida cristã, o mesmo costume observado nos cristãos primitivos antes dos templos instituídos pelo Imperador Constantino. Absorvidos pelo cristianismo, os templos de Constantino perpetuaram a ideia de templo como lugar obrigatório para a realização de reuniões cristãs. Porém, nossa proposta busca restaurar a dignidade da família – “célula-mãe” da sociedade – priorizando o trabalho de formação espiritual de “homens novos para um mundo novo” encontrado em Deus. E-mail de contato: simple.church.brazil@gmail.com

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Livros

  Vivenciando uma Igreja Orgânica

  Foi recentemente lançado o livro VIVENCIADO UMA IGREJA ORGÂNICA, de Frank Viola, pela Editora Palavra. O livro não está listado em sites, sendo que a única forma de aquisição à distância é através do telefone da Editora (61 3213-6999, 61 3213-6858, e-mail: varejo@mwdistribuidora.com, site: https://palavravirtual.com/detalhes.php?id=178). Nesse livro, considerando que a igreja é um organismo vivo e não uma organização, Viola, com base em exemplos vividos na caminhada cristã, analisa desde a plantação da igreja, em relação à pessoa do obreiro, passando por uma seção de Perguntas & Respostas, passos práticos para começar a viver a vida da igreja, chegando até às questões do desenvolvimento de uma igreja, os estágios de crescimento, as “doenças” que podem ocorrer, até à conclusão A JORNADA À FRENTE.  Um excelente livro para quem quer viver ou já está vivendo a vida da igreja. Leia trechos de livros em: http://igrejanoslares.com.br/category/noticias/category/livros/ Veja lista de indicação de livros em: http://igrejanoslares.com.br/category/noticias/auxilio/livros/ Indique um livro para ser publicado neste espaço. Mande um e-mail para: igreja@igrejanoslares.com.br

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 Apesar de as igrejas nos lares serem livres institucionalmente falando, gostaria de saber se existe alguma associação, convenção, enfim, algo que reúna as idéias das igrejas nos lares visando troca de experiências? Agradeço, MÁRCIO (Clique aqui)